sexta-feira, 22 de maio de 2015

15 livros imperdíveis para leitura da Literatura Brasileira dos últimos 15 anos



O colunista de livros, da revista Bula, Sérgio Tavares, publicou recentemente sua análise sobre os “15 livros obrigatórios dos últimos 15 anos da Literatura Brasileira”. Bússola Literária, não poderia deixar de registar essas fascinantes sugestões. Os livros estão comentados, inclusive com citações importantes sobre os seus autores.

De acordo com Sérgio Tavares, ao contrário do que creem alguns autores, a Literatura Brasileira não se inicia no abrir de seu livro. Todo engenho de um novo título é a amálgama de referências pretéritas, uma tessitura invencível ao tempo, dispensável a luminosa. A lista dos memoráveis exemplares, que se segue abaixo é composta por obras de escritores que, cientes dessa condição, renovaram ou revigoraram gêneros e tradições literárias. Pois como bem assinalou o gaúcho Gustavo Guertler, autor de O Colorado, o qual também é diretor administrativo da Editora Belas-letras, a ficção contemporânea precisa de “autores que não saibam com quem se parecem, mas que saibam de quem eles são diferentes”. Essa é a chave para, de fato, ter valor a abertura de um livro.


1 – Deixe o Quarto Como Está, de Amilcar Bettega Barbosa – O gênero fantástico no Brasil, cujo ápice pertence aos anos 70, nas veredas icônicas do mineiro Murilo Rubião e do goiano de Corumbá de Goiás (1915 – 1999) J. J. Veiga, autor de Os Cavalinhos de Platiplanto (1959), A Hora dos Ruminantes (1966), A Máquina Extraviada (1967), entre outros, avigora-se nessa coletânea de contos estupendos. Com assombroso engenho para conformar personagens que povoam o cotidiano que nos abraça, o autor os confronta com o inesperado, o insólito, o absurdo que age furtivamente sem deformar as hastes que constituem a normalidade, criando uma nova realidade regida pela lógica – ou falta desta – do mundo redesenhado. Ao fim do livro, é inescapável ao leitor idear qual animal se hospeda nas suas costas.


2 – Pó de Parede, publicado em 2008, de Carol Bensimon – Celebrada pelo romance Sinuca Embaixo D’água, (2009) e de Todos nós adorávamos caubóis (2013), a literatura de Carol Bensimon, apresenta, nessa debutante seleta de contos, o motor-temático que embalará suas narrativas: o processo de formação – que também é o de autoconciliação – resultante de um trauma. Nos três contos de longo fôlego, personagens tentam lidar com o amadurecimento instalado com brusquidão, produzindo efeitos que constituem um sentido de unidade ao fim do livro. “A caixa” é um dos melhores contos da literatura brasileira.

Bensimon foi selecionada em 2012, como uma dos 20 melhores jovens escritores pela revista britânica Granta, “que indica os nomes que irão construir o mapa da literatura brasileira”. No Brasil a revista é publicada pelo selo Alfaguara, que pertence à editora Objetiva.


3 – A Passagem Tensa dos Corpos, de Carlos de Brito e Mello – Nesse romance em que o estranhamento é a chave para o encanto, acompanhamos um narrador espectral que transita por cidades mineira, coletando registros de morte, enquanto não consegue refazer-se carne. Durante essa passagem incansável, este depara-se com a absurdeza de uma família que mantém um pai insepulto, entes incapazes de romperem o liame que os salvam do tempo enlutado. Aqui, a linguagem são os despojos.

Carlos de Brito e Mello lança mão de uma linguagem fragmentada e precisa para imprimir ao romance um andamento trepidante e acelerado. Ironia e humor negro bem medido também compõem esta narrativa sobre a morte e sua relação com a memória, à linguagem e o ofício de narrar.


4 – Entre Rinhas de Cachorro e Porcos Abatidos, de Ana Paula Maia – Um livro que é um tratado da animalidade dos homens. Formada por duas novelas que frequentam um mesmo universo, temos aqui uma realidade desidratada de todos os contornos edulcorados, crua, suja e antiutópica. Personagens que se valem de gestos mecânicos e mínimos proveitos para tocar a vida em meio à bestas e, dessa condição quadrúpede, colocar-se ao mesmo nível delas. Um soco no estômago.

O primeiro romance de Ana Paula Maia foi O habitante das falhas subterrâneas, publicado em 2003. Depois veio a trilogia, A saga dos brutos, iniciada com as novelas Entre rinhas de cachorros e porcos abatidos e O trabalho sujo dos outros – publicados em um único volume – e concluída com o romance Carvão animal.


5 – A Morte Sem Nome, de Santiago Nazarian – Ousado, intrigante e instigante. Um romance constituído por fragmentos de um puzzie alucinatório, onde a protagonista suicida-se a cada fim de capítulo. Na ciranda de mortes, todavia, é que se vislumbra aspectos da vida, uma sorte de memórias e delírios que alinham passado e presente, pois ao futuro cabe a brevidade de um eptáfio. Nazarian oferece uma experiência literária contundente e hiperestésica.

Em 2007, Nazarian foi eleito um dos autores jovens mais importantes da América Latina, pelo júri do Hay Festival em Bogotá, Capital Mundial do Livro. Em 2010, seu romance juvenil, Garotos Malditos foi contemplado com a bolsa de criação literário do programa Petrobras Cultural. Seu romance Mastigando Humanos foi adotado pelo Projeto Nacional Biblioteca na Escola (PNBE) e se tornou leitura obrigatória do vestibular da UEPB, em 2013.


6 – Casa Entre Vértebras, de Wesley Peres – Acessar a prosa poética desse romance montado por breves capítulos é perder o chão e ser sugado para um fluxo de devaneios. Um mecanismo sinestésico, no qual o homem, o ser encarnado e anímico, é mimetizado em linguagem. A casa orgânica é o cárcere de ideias que se retroalimentam de sonhos, reminiscências da infância, reflexões sobre a finitude e o credo. Um livro cujo arroubo estético e vigor da prosa valeram o Prêmio Sesc de Literatura.





7 – Aberto Está o Inferno, de Antonio Carlos Viana – O maior contista brasileiro em atividade reprisa, nessa antologia de rutilante engenho, temas de naturezas umbilicais à sua ficção: a infância asselvajada, a perda da inocência, a finitude traumática e a cavidade de sentimentos. Viana faz das palavras o esteio para focar o regional e o universal com mesma voltagem, congelando o leitor diante de um painel onde a crueza e o encanto coexistem.  Tarefa árdua distinguir a melhor narrativa.

Sua coletânea de contos compreende: Brincar de manja (1974), Em pleno castigo (1981), O meio do mundo e outros contos (1993), Aberto está o inferno (2004) e Cine privê (2009), ganhador do Prêmio da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes).


8 – K., de B. Kucinski – A busca de um pai pela filha desaparecida durante o regime militar brasileiro é o mote desse romance ímpar na literatura brasileira. Com um domínio técnico admirável, Kucinski constrói um elo com o leitor logo nas primeiras linhas, fazendo com que este, desconcertado, (re)viva o período de opressão e de torturas precisamente remontado por conta de uma narrativa pungente e avassaladora. Uma obra-prima.

Bernardo Kucinski é jornalista, escrito e ex-professor da USP, trabalhou como assessor da Presidência da República, durante o primeiro mandato do presidente Lula. Grande parte de suas criações literárias estão esgotadas, escreveu inúmeras produções jornalísticas para o The Guardian. Criações como: Pau de Arara, a Violência Militar no Brasil, em suas edições Masperó e Siglo XXI, escritos em colaboração com Ítalo Tronca, não foi publicada no Brasil.


9 – Eles Eram Muitos Cavalos, de Luiz Ruffato – Uma cidade partida em dezenas de fragmentos narrativos que, a um só tempo, concentram suas histórias e entrecham um mosaico que compreende a um dia inteiro. Marco da ficção experimental, esse romance embalado por um fluxo contínuo, que ora sofre a velocidade de um vórtice ora a de um sussurro, reúne linguajares, aspectos de contos, qualidades de personagens e estamparias estruturais. Ao retratar um cosmo, o autor cria o seu próprio.

O seu primeiro livro publicado foi Histórias de Remorsos e Rancores (1998), uma coletânea de contos. Nesse livro, os sete contos geram em torno dos mesmos personagens moradores do beco “Zé Pinto” situado em Cataguases, cidade natal do escritor. Os contos não são inter-relacionados, nem possuem ordem cronológica. O fio condutor das histórias é o fato de tratarem de pessoas de mesma classe social, pobres, subempregados, ex-prostitutas. Em sua resenha do livro o jornalista Ivan Ângelo, afirma que o autor demonstra “originalidade, ousadia formal, domínio da narrativa e do assunto”, criação de uma linguagem que define a lugar e as pessoas.

Em 2000 publicou Os sobreviventes, também uma coletânea de contos. O livro recebeu menção especial do Prêmio Casa de Las Américas de 2001. O livro é composto por seis contos: A solução, O segredo, Carta de uma jovem senhora, A expiação, Um outro mundo e Aquário.

Seu romance Eles eram muitos cavalos, de 2001, ganhou o Troféu APCA, oferecido pela Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Machado de Assis, da Fundação Biblioteca Nacional. Esse livro tornou o escritor reconhecido no país. Em 2011, concluiu o projeto Inferno Provisório, composto por cinco livros sobre o operariado brasileiro, com a publicação do romance Domingos Sem Deus.


10 – Pronopopeia, de Reinaldo Moraes – A galopes e resfôlegos, esse romance publicado em 2009, é uma incursão pelo submundo paulistano, combustada por sexo e toxicomania. A epopeia de Zeca, um tipo incomum na literatura brasileira, um anti-herói cativante, defensor de um desbunde característico dos anos 60. Moraes faz gato e sapato da linguagem coloquial, combinando senso de humor e termos chulos. Do autor também é muito recomendada à leitura de A Órbita dos Caracóis.

Reinaldo Moraes é escritor, roteirista, cronista e tradutor. Estreou na literatura em 1981, com o romance Tanto faz, livro que se tornaria cultuado por diversas gerações de leitores. Em 1985, lançou Abacaxi, continuação de seu livro de estreia. Ambos foram reeditados em um único volume pelo selo Má Companhia, da editora Companhia das Letras. Depois dos primeiros romances, o autor fez uma pausa na literatura e ficou quase duas décadas sem publicar ficção. Voltou às prateleiras com a narrativa infantojuvenil A Órbita dos Caracóis (2003), seguido pelo volume de contos Umidade (2005).


11 – Nove Noites, de Bernardo Carvalho – Há quem aponte Mongólia, mas considero este o grande livro de Bernardo Carvalho. Um tipo peculiar de romance-reportagem que combina registros epistolares e relatos de uma investigação acerca do suicídio de um antropólogo norte-americano em terras indígenas. Carvalho usa a ficção como argamassa para casar fatos desses dois universos distintos: a experiência de um homem solitário no coração da selva e as representações da cultura da tribo. O resultado propicia inúmeras leituras.

Bernardo Carvalho foi editor do suplemento de ensaios Folhetim e correspondente da Folha de São Paulo em Paris e Nova Iorque. Seus dois primeiros livros foram editados na França. O seu livro Mongólia, foi laureado com o Prêmio APCA da Associação Paulista dos Críticos de Arte, edição 2003, bem como o Prêmio Jabuti de 2004, ambos na categoria romance. Antes, ele recebeu, a meias com Dalton Trevisan (Pico na Veia), o Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira, com o romance, Nove Noites.


12 – Cinzas do Norte, de Milton Hatoum – Um grande romance autobiográfico, sem de fato sê-lo. Emprestado as próprias memórias para a tessitura de linhas de ficção. A trama centra-se na trajetória de dois amigos conectados por amores, autoenganos e mistérios. Dessa relação, Hatoum coincide, com enlevo narrativo, os movimentos mundanos e íntimos de seus personagens. A vida numa condição paginada.

Descendente de libaneses, Milton Hatoum, ensinou literatura na Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e na Universidade da Califórnia em Berkeley. Escreveu quatro romances: Relato de um Certo Oriente, Dois Irmãos, Cinzas do Norte – esse último vencedor do Prêmio Portugal Telecom de Literatura e todos os três primeiros ganhadores do Prêmio Jabuti, de melhor romance – e Órfãos do Eldorado. Seus livros já venderam mais de 200 mil exemplares no Brasil e foram traduzidos em oito países, como a Itália, os Estados Unidos, a França e a Espanha. Em janeiro de 2015, o diretor Luiz Fernando Carvalho, inicia as gravações da adaptação de Dois Irmãos para a minissérie da TVGlobo.


13 – O Filho Eterno, de Cristovão Tezza – A autoficção, ultimamente em voga na literatura brasileira, encontra aqui seu coroamento. Um relato comovente e visceral do convívio de um pai-narrador com o filho portador de Síndrome de Down. O tom cru e impiedoso de enxergar os dias asfixiados por essa dependência intratável, cobra do leitor pausas e respiro e, mesmo com o peito esmagado, este não consegue se defender do arrebatamento derradeiro.

Em sua juventude, Tezza fez teatro, foi da marinha mercante, trabalhador ilegal na Europa e ainda relojoeiro. Tinha enorme paixão por esta profissão, mas percebeu que os consertos de relógio não sustentariam suas ambições literárias. Já era escritor bem jovem: aos treze anos criou seu primeiro livro, designado por ele mesmo como “muito ruim”.

Cristovão Tezza, já publicou dez romances. Uma das marcas de seu texto é a presença de mais de um narrador: em Trapo, por exemplo, vemos a história do ponto de vista do professor Manoel, que estuda o poeta Trapo, e paralelamente do ponto de vista do poeta, através de seus poemas. Em 2003, Tezza publicou um ensaio sobre Mikhail Bakhtin, originalmente sua tese de doutorado.

Doutor em Literatura Brasileira, Tezza é professor de Linguística na Universidade Federal do Paraná. Em algumas declarações ele afirma que “só uns quatro ou cinco escritores brasileiros poderiam viver só dos livros” e, por esse motivo, é professor. Ganhou o Prêmio da Academia Brasileira de Letras, de melhor romance brasileiro em 2004, pelo seu livro O Fotógrafo. Foi considerado pela revista Época, um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009. É também colunista quinzenal da Folha de S. Paulo e cronista da Gazeta do Povo, de Curitiba.


14 – Galileia, de Ronaldo Correia de Brito – Revisitando aspectos dos sertões de Guimarães Rosa e de Graciliano Ramos, o romance, faz uma ponte entre o mundo arcaico e o moderno, centrando-se na travessia de três primos ao caminho da fazenda onde passaram parte da infância e, quando mais velhos, deixaram-na sem olhar para trás. À volta, em razão da doença terminal do avô, reatam laços que guardam segredos e rancores de um período de violência que tentaram apagar da memória. Por meio de uma narrativa cortante e lapidar, Correia de Brito prova que não é possível, nunca vai embora.

Ronaldo Correia de Brito é escritor, médico e dramaturgo brasileiro. Radicado no Recife, formou-se em medicina pela Universidade Federal de Pernambuco, em 1975. Foi escritor residente da Universidade de Berkeley, participou de diversos eventos internacionais, como a Feira do Livro de Bogotá e o Salon du Livre de Paris. Recebeu homenagens por sua obra, como a da VIII Bienal Internacional do Livro de Pernambuco.

Sua carreira artística envolve as mais diferentes linguagens, como literatura, teatro e música. São de sua autoria Baile do Menino Deus, para o teatro, Lua Cambará, disco em parceria com Antúlio Madureira. Faca, seu livro de contos, traduzido para o francês e lançado pela editora Chandeigne no Salão do Livro de Paris, com o título Le jour où Otacílio Mendes vite le soleil. Galileia, romance ganhador do Prêmio São Paulo de Literatura e o seu mais recente romance, Estive lá fora. Em 2013, foi um dos autores brasileiros convidados a participar da Feira do Livro de Frankfurt e da Jornada Literária de Pequim.


15 – Vermelho Amargo, de Bartolomeu Campos de Queirós – Sensível feito o gume de uma navalha, esse romance derradeiro ocorre na retina de um narrador-menino, que revisita os desvãos assombrados do seio familiar. Tal qual nas tramas de Lúcio Cardoso e de Cornélio Pena, o lirismo se sopresa a fim de substanciar as angústias e as perdas dessa voz modulada por metáforas e jogos de palavras. Queirós, um dos maiores escritores infantojuvenil do país, estrutura sua prosa adulta com o inverso da fantasia, uma realidade que machuca por soar irreal. “Dói muito. Dói pelo corpo inteiro”, até o fim.

Com mais de 40 livros publicados – alguns deles traduzidos para o inglês, espanhol e dinamarquês – Bartolomeu Campos de Queirós (1944 – 2012), formou-se em educação e artes, e criou-se como humanista. Cursou o Instituto de Pedagogia em Paris e participou de importantes projetos de leitura no Brasil, como o ProLer e o Biblioteca Nacional, dando conferências e seminários para professores de leitura e literatura. Foi presidente da Fundação Clóvis Salgado/Palácio das Artes e membro do Conselho Estadual de Cultura, ambos em Minas Gerais, sendo também, muito convidado para participar de júris e comissões de salões, além de curadorias e museografias.

Idealizou o Movimento por um Brasil Literário, do qual participava ativamente. Por suas realizações, Bartolomeu colecionou medalhas: Chevalier de I’Ordre des Arts et des Lettres, na França; Medalha Rosa Branca, em Cuba; Grande Medalha da Inconfidência Mineira e Medalha Santos Dumont, pelo governo do Estado de Minas Gerais. Recebeu ainda, láureas literárias importantes, como Grande Prêmio da Crítica em Literatura Infantil/Juvenil, pela APCA, Jabuti, FNLIJ e Academia Brasileira de Letras. E visitou a casa de Genívia de Jesus Moreira.

Dentre suas obras, destacam-se: O Raul e o Luar, O pato pacato, De letra em letra, Pé de Sapo e Sapato de Pato, Sem palmeira ou sabiá, Antes do depois, Para ler em silêncio, Sei por ouvir dizer e O ovo o anjo.




A propósito, você já acessou a fan page do meu livro infantil Juju Descobrindo Outro Mundo? Não imagina o que está perdendo. Acesse: www.fecebook.com/jujudescobrindooutromundo.


E o site da Juju Descobrindo Outro Mundo, já o acessou? Se eu fosse você iria conferir imediatamente. Acesse: www.admiraveljuju.com.br 



Excertos adicionais: Wikipédia.
Imagens: revista Bula






2 comentários:

Ju Loren disse...

Ler bons livros, boas leituras nunca é demais,
por isso sempre que posso, venho aqui no Bússola Literária
não só para passar o tempo, mas para ter o prazer de me encantar com
boas leituras e me inteirar dos deliciosos contos,
poemas, romance, entre outros, que só este blog pode oferecer.
Parabéns Dilson o B.L. sempre na frente.
Ju Loren

Dilson Paiva disse...

Olá admirável poetisa Juloren, sua presença nos traz muita alegria e os seus comentários sempre motivadores. Ficamos honrados com sua amável visita. Obrigado, continue nos prestigiando, tá bem? Afetuoso abraço.